
A invisibilidade da mãe atípica
Perdoem-me os positivistas de plantão, mas não dá para bancar sempre a “Pollyana” (personagem do clássico infanto-juvenil de Eleanor H. Porter) e seu “Jogo do

Perdoem-me os positivistas de plantão, mas não dá para bancar sempre a “Pollyana” (personagem do clássico infanto-juvenil de Eleanor H. Porter) e seu “Jogo do

Nunca gostei muito de ficção científica, mas, vamos lá, quero começar hoje com uma hipótese muito louca. Vamos supor que, neste mundo altamente tecnológico, onde

(Texto de 2016) – Doutor, deixa ver se eu entendi. O senhor está me falando que meu filho está no espectro do autismo? – Sim,

(Texto escrito em 2016) Foi numa conversa despretensiosa com minha irmã do meio pelas quadras do Cruzeiro Velho, em Brasília, que decifrei uma charada daquelas.

Perdoem-me os positivistas de plantão, mas não dá para bancar sempre a “Pollyana” (personagem do clássico infanto-juvenil de Eleanor H. Porter) e seu “Jogo do

Nunca gostei muito de ficção científica, mas, vamos lá, quero começar hoje com uma hipótese muito louca. Vamos supor que, neste mundo altamente tecnológico, onde

(Texto de 2016) – Doutor, deixa ver se eu entendi. O senhor está me falando que meu filho está no espectro do autismo? – Sim,

(Texto escrito em 2016) Foi numa conversa despretensiosa com minha irmã do meio pelas quadras do Cruzeiro Velho, em Brasília, que decifrei uma charada daquelas.